O Facebook

O Facebook cresceu muito, mundialmente falando, ao ponto de alguns departamentos se tornarem empresas por si só, no caso há uma que cuida apenas do “alimentador de notícias”, chamado “News Feed”, a famosa timeline na qual postamos o que estamos pensando. Essa empresa do Facebook tem um vice presidente chamado Adam Mosseri, que é quem escreve no blog do próprio Facebook, o newsroom, anunciando as novidades do Facebook.

Dia 14 de setembro, em um evento chamado “Disrupt SF 2016” em São Francisco, Mosseri falou sobre os planos e estratégias aplicados na timeline do Facebook, sua importância, e de como afeta desde os pequenos negócios locais até as maiores redes de lojas, mas até então, nada disse a respeito de um controle de notícias.

Enquanto isso corria a ultra disputada eleição norte americana, acirradíssima entre Trump e Hillary, até que finalmente em uma votação que paralisou o planeta inteiro, dia 9 de novembro Trump venceu.

A esquerda inconformada e iniciou uma agressiva campanha de cobranças às redes sociais atribuindo-lhes culpa pela derrota de Hillary, acusando-as de propagarem falsas notícias que teriam influenciado a eleição. Mark Zuckerberg respondeu prontamente, com intervalo de 10 dias apenas, em 19 de novembro em seu próprio perfil no Facebook, afirmando que estava preparando medidas para tornar possível a classificação de notícias falsas e evitar sua propagação (confira o post neste link).

No mesmo dia 19 de novembro, Mosseri como responsável pelo feed de notícias (timeline do Facebook), compartilhou a publicação de Zuckerberg endossando-a com entusiasmo (confira o post neste link); De Zuckerberg a Mosseri o significado é sair intenção e partir para ação.

Mosseri é esquerdista de carteirinha, apoiou o casamento homossexual, causas feministas como WIP (Women In Product), causas raciais, e abertamente em sua timeline manifestou apoio ao Democratas.

11165329_10104080958383489_8132666871204242827_n“Amanhã é a primária democrata e, embora Hillary Clinton e Bernie Sanders estejam recebendo muita atenção no topo da cédula, há algumas outras decisões importantes a serem tomadas no nível local.

Se você vive e se preocupa com San Francisco, o Comitê Central Democrático do Condado vale a pena dar uma olhada real. A cidade realmente precisa de uma liderança forte se tivermos uma chance de gerenciar nossos desafios de forma eficaz à medida que continuamos a crescer. Se você está interessado verifique o progresso democratas em http://progressdems.com/. O site também ajuda a localizar o local de votação mais próximo do distrito.

Quer você concorde com essas recomendações ou não, definitivamente use o tempo para sair e votar amanhã.” (clique aqui para conferir)

Acontece que Mosseri não é o único esquerdista de carteirinha no Facebook, seu patrão Zuckerberg também é, também apoiou todas as pautas da esquerda lançadas pelo Democratas, inclusive as pautas da esquerda sobre a imigração de refugiados, chamada “immigration reform“.

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É possível conferir todas as imagens acima no perfil do próprio Mark Zuckerberg no Facebook (clique aqui para conferir).

Segundo o site Newsweek, o Facebook fez 11 doações para os democratas, contra apenas 7 para os republicanos através de Mark Zuckerberg, as doações estão disponíveis no site OpenSecrets (clique neste link para conferir).

Seung Lee, do Newsweek afirmou:

llof30ru_0“Para os democratas, Zuckerberg doou várias vezes aos senadores Cory Booker e Charles Schumer, e uma vez ao líder da minoria Nancy Pelosi e ao representante de Illinois Luis Gutierrez. Ele também apoiou Sean Eldridge, o marido do co-fundador do Facebook e do ex-proprietário da Nova República, Chris Hughes, que perdeu a corrida da Casa de 2014 no estado de Nova York no vale do Hudson.”

Segundo Carly Hoilman, do site de notícias TheBlaze:

hqdefault“Tom Stocky, vice-presidente de pesquisa no Facebook, teria doado US $ 2.700 – o montante máximo permitido durante uma primária – para a campanha de Clinton em 2015, de acordo com registros de eleições federais. Além disso, funcionários do Facebook teriam doado um total de US $ 114.000 para a campanha de Clinton, em comparação com US $ 0 ao candidato presumido do GOP, Donald Trump.”

Ainda no mesmo artigo, Hoilman cita por duas vezes a existência de uma “blacklist” (“lista negra”) de perfis conservadores (confira neste link).

Resumindo em outras palavras, o que os colunistas acima argumentam é que embora o Facebook manifeste-se como politicamente neutro e democrático, seus funcionários não o são, seus proprietários e líderes não o são, e principalmente suas práticas estão longe de serem.

A esquerda

Nos EUA o que entende-se por esquerda são os chamados democratas, assim chamados por representarem o Partido Democrata, que é o partido de Obama e de Hillary e cujo logotipo é uma letra “D” circulada em azul claro.

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Dia 9 de novembro Hillary perdeu a corrida presidencial para Trump e a internet americana se tornou um inferno com acusações diversas, entre elas de que as redes sociais com destaque para o Facebook, teriam ajudado os republicanos permitindo e propagando notícias falsas e portanto desinformação, que seriam então culpadas pela derrota de sua candidata.

Acontece que o espectro político conforme dividido ideologicamente entre direita e esquerda, não importa em qual país, une indivíduos e instituições de acordo às suas posições ideológicas, assim organizam-se para realizarem suas intenções em comum.

Oras, os planos políticos da esquerda, nos Democratas, são impulsionados por seus admiradores e entusiastas, entre os quais os já mencionados proprietários e líderes do Facebook, mas além destes, os Democratas contam também com figurões milionários como George Soros.

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Afinal, quem é George Soros?

Soros é um investidor norte-americano que ficou famoso no mundo dos negócios como especulador da bolsa de valores, segundo o ranking dos homens mais ricos do mundo ocupava até 2014 o 25º lugar com uma somatória de 25 bilhões de dólares (confira neste link). Presidente da Soros Fund Management, financiador da International Crisis GroupTides Foundation e da Revenue Watch, presidente do Open Society Institute, e pertenceu à administração do Council on Foreign Relations.

Soros é um chamado “globalista“, um adepto do socialismo fabiano, numa luta não contra o capitalismo que lhe assegurou fortuna, mas contra os valores e princípios conservadores, que são a base da civilização ocidental. Em seu histórico de ações, constam as seguintes doações:

  • 24 milhões de dólares para a campanha do Democratas em 2004 (confira aqui).
  • 1 milhão de dólares para campanha pela legalização da maconha em 2010 (confira aqui).
  • 100 mil dólares para campanha de Obama em 2012 (confira aqui).
  • 1,5 milhão de dólares para campanha de Obama em 2012 no mês seguinte da anterior (confira aqui).
  • 500 mil dólares para o partido Democratas em 2012 (confira aqui).
  • 11,9 milhões de dólares para campanha da Hillary em 2015 (confira aqui).
  • 1 milhão de dólares para campanha pró-aborto em 2016 (confira aqui).

As instituições que financia, Internationan Crisis Group e Revenue Watch, são responsáveis por financiar inúmeras campanhas eleitorais de esquerdistas ao redor do mundo, enquanto a Tides Foundation financia causas de esquerda.

Já através do Open Society Institute que preside, financia inúmeros movimentos de esquerda pelo mundo inteiro, incluindo grupos anti-Israel, imigração islâmica, fundações pró-aborto, instituições pela legalização da maconha, e, entre eles alguns brasileiros:

  • Coletivo Mídia Ninja: R$ 250.000,00
  • Instituto Fernando Henrique Cardoso: R$ 350.000,00
  • Actantes – Ação Direta pela Liberdade, Privacidade e Diversidade na Rede: R$ 190.000,00
  • Casa Fluminense: R$ 640.000,00
  • Instituto Tecnologia e Sociedade (ITS) / Mudamos.org: R$ 1.100.000,00
  • Rede Nossa São Paulo: R$ 1.600.000,00
  • Agência Pública [1] – Centro de Jornalismo Investigativo – Entre 2011 e 2012: R$ 220.000,00
  • Agência Pública – Centro de Jornalismo Investigativo – Entre 2014 e 2015: R$ 285.000,00

[1] – Agência Pública lista entre seus conselheiros Leonardo Sakamoto, blogueiro do UOL, e Eliane Brum, jornalista do El País e da Época, famosos por fazer militância de esquerda, vendendo publicidade comunista como se fosse notícia; a somatória total para a Agência Pública em 5 anos é de R$ 1.025.000,00.

Os financiamentos mencionados acima estão disponíveis em fonte primária na internet (confira a fonte neste link).

Ainda segundo Wayne Madsen, ex-agente da CIA, Soros financia também a lista a seguir:

  • Atores: Caio Castro, Malvino Salvador, Marcelo Serrado, Alessandra Maestrini
  • Cantora: Wanessa Camargo
  • Jogador: Ronaldo (Ronaldo Luís Nazário de Lima)
  • Movimento: Venha pra Rua

Informações disponíveis no artigo do próprio Madsen, no site Intrepidreport (Confira neste link).

Segundo o site Mídia Sem Máscara, a Open Society de Soros possui um projeto jornalístico de abrangência mundial chamado “Project Syndicate” cujo objetivo é influenciar a opinião pública mundial através do jornalismo (confira neste link).

Uma rápida consulta no site (neste link), clicando na opção “América” e descendo pela página, encontram-se os brasileiros:

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Ainda na mesma página, o site apresenta orgulhoso a marca de presença em 459 jornais em 155 países.

Em outras palavras, Exame, Exame CEO, Folha de São Paulo, Mudori, O Estado de São Paulo, O Globo e Valor, estão na folha de pagamento de George Soros.

Há muito mais a se dizer sobre Soros, e ele é apenas um dos globalistas; escolhi mostrar um pouco de quem é este indivíduo e como age, para com isso formar uma ideia em termos gerais de “o que é um globalista“, e como agem, e também porque o IFCN que será o próximo assunto, é também de sua iniciativa e financiamento.

A censura

Com a derrota de Hillary em 9 de novembro significando a derrota da esquerda nos EUA, a consequente campanha contra a propagação de “falsas notícias”, e a prontidão da resposta politicamente correta de Zuckerberg logo em 19 de novembro, o Instituto Poynter anunciou o IFCN, um mecanismo de censura que será inicialmente aplicado no Facebook, para estender-se em seguida às demais redes sociais.

O que é o Instituto Poynter?

O Poynter Institute apresenta-se como colégio e líder global de jornalismo.

Entre seus maiores financiadores está a Fundação Craig Newmark que doou 1 milhão de dólares ao instituto no dia 12 de dezembro, especificamente para o IFCN, pelo qual ficou responsável (confira neste link).

A Fundação Craig Newmark por acaso financia os mesmos grupos e causas esquerdistas que Soros.

Segundo o site dailywire, Matt Thompson, membro do corpo docente e do Conselho Consultivo Nacional do instituto está na folha de pagamento de George Soros (confira neste link).

O instituto já teve que responder por instruir em seus cursos os jornalistas a defender o terrorismo islâmico, comparando o número de assassinados com o número de mortos pelo HIV (AIDS) e ensinar que a palavra “jihad”, significava “disputa interna”, que “guerra santa” seria um termo de ativistas da direita e que deveria ser portanto evitado, ou seja, para o Instituto Poynter, ser ético significa ser de esquerda.

O que é IFCN?

IFCN é a sigla para “International Fact-Checking Network“, cuja tradução é “Rede Internacional de Checagem de Fatos“.

Lançado em setembro de 2015, o IFCN é um fórum para os verificadores de fatos em todo o mundo organizado pelo Poynter Institute for Media Studies.

Segundo o próprio site sua missão é “monitorar notícias e tendências”, e um de seus maiores patrocinadores é a Open Society de George Soros (confira neste link).

O IFCN é dirigido por Alexios Mantzarlis, co-fundador da Pagella Politica, um site verificador de fatos italiano que acusou Trump durante as eleições:

Giovanni Zagni, analista sênior do site de verificação de factos italiano Pagella Política, concorda: “Trump é a prova de que a retórica política não é em primeiro lugar sobre verdade e mentira, mas sobre a capacidade de convencer. Um mentiroso patológico – tivemos alguns daqueles na Itália – um político pode fazer muito bem sem se preocupar com a veracidade de suas reivindicações ” (confira neste link).

Em outras palavras, o IFCN é dirigido por um manifesto perseguidor de direitistas, descontente com a vitória de Trump.

Segundo o próprio Alexios Mantzarlis, no dia 15 de dezembro:

alexios-mantzarlis“No mês passado, 20 iniciativas de verificação de fatos escreveram uma carta aberta ao CEO do Facebook, Mark Zuckerberg, pedindo que ele lançasse uma ampla rede na busca de soluções para o problema.” (confira neste link)

Ou seja, exatamente no período pós derrota de sua candidata Hillary: Quem liderou a campanha da esquerda contra “falsas notícias”, foi o mesmo Instituto Poynter, que acusou Trump durante as eleições pelo mundo inteiro (confira neste link).

Como funcionará a censura?

Segundo o site do Instituito Poynter, o IFCN deverá seguir um código de 5 princípios, conforme o seguinte discurso:

  1. Imparcialidade: Não favorecer a um ou outro lado.
  2. Transparência nas atividades: Fornecer detalhes sobre as fontes, ou seja, os autores das notícias.
  3. Transparência nos financiamentos: Exibir quem são os financiadores.
  4. Transparência nos métodos: Explicar a metodologia.
  5. Honestidade: Seguir as próprias regras.

As regras acima estão disponíveis no site do Instituto Poynter (clique aqui para conferir).

Tal discurso pode ser resumido em imparcialidade, transparência e honestidade. Até aqui tudo se mostra perfeitamente ético e de acordo à uma preocupação legítima, que para o gestor de um grande negócio como Zuckerberg, seria uma perfeita estratégia de negócio que aumenta a “entrega de valor” ao seu consumidor final, ou seja, um ponto a mais de atendimento, um diferencial de seu produto. Acontece que as coisas não param por aí, além do discurso existe a prática, que veremos logo.

Mosseri explicou dia 15 de dezembro no blog do Facebook, o newsroom, que o processo no Facebook contará com 4 áreas (confira neste link):

  1. Facilidade de reportar:reporting-a-story-as-fake
  2. Sinalizar disputas:
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  3. Informação compartilhada: Rankear os artigos menos compartilhados.
  4. Combater o spam: Sites de vendas de produtos.

O vídeo abaixo contém uma prévia de como o sistema será:

Na prática, quando uma notícia for publicada por um usuário do Facebook em sua timeline, e esta “incomodar” alguém, o usuário poderá reportar ao Facebook, este a enviará aos “verificadores de fatos”, que darão o veredito final, se a notícia é falsa ou verdadeira.

Conforme a exposição acima de como será aplicada, tudo parece dentro da normalidade, perfeitamente ético, agora examinemos os passos seguintes: O trabalho dos verificadores de fatos, ou censores.

Por que o termo correto é censura, e não checagem de fatos?

Dia 15 de novembro, Alexios Mantzarlis, diretor do IFCN, anunciou no site do Instituto Poynter a mudança no Facebook. Segundo ele o IFCN não será diretamente o verificador das notícias, mas o recrutador de agências que farão trabalho (clique aqui para conferir).

O termo correto é CENSURA porque após o processo descrito acima, quem verificará as notícias e dirá ao público se são verdadeiras ou falsas, serão as agências de verificação. Caso a notícia seja classificada como falsa, ela aparecerá mais embaixo na timeline correndo o risco de não ser vista e com uma marca de “notícia em disputa”.

A cereja do bolo é o fato de que todas as agências que farão a checagem são esquerdistas.

Aqui no Brasil serão as seguintes agências:

  • Agência Pública: Financiada pela Open Society de George Soros (confira neste link), em cujo conselho constam apenas esquerdistas, entre eles Leonardo Sakamoto e Eliane Brum (confira neste link).
  • Agência Lupa: Pertence à Folha de São Paulo, consta na lista do Project Syndicate de George Soros (confira neste link).
  • Aos Fatos: Em entrevista à Folha de São Paulo a responsável pela agência afirmou que “pediu ajuda a fundações”, mas não citou precisamente quais, a Folha no mesmo artigo afirmou que as empresas novas dirigidas por jornalistas têm recorrido à Open Society, de George Soros (confira neste link).

Conclusão

Basta agora colocar a famosa MAV (Militância em Ambientes Virtuais) para seguir os direitistas com mais público e passar a “relatar” absolutamente todos seus compartilhamentos de notícias para que as agências listadas acima manipulem a opinião pública desclassificando tudo que vier da direita e pronto, o Facebook já poderá mudar o logo para uma foice um martelo de uma vez.

A esquerda é paciente, e como o próprio Karl Marx afirmou, o plano global poderia levar centenas de anos até sua realização, eles estão preparados para isso, atuantes e jogada após jogada, passo a passo, reinventando-se e adaptando-se às novas condições oferecidas, como a tecnologia (redes sociais, dispositivos eletrônicos, etc), as novas formas de ideias (como o efeito Mises com suas palestras na Argentina em 1959), aos novos movimentos (como os do Oriente Médio a partir de 1964), e todo novo obstáculo que possa vir a surgir, a esquerda tende a se adaptar para ou cooptá-lo, ou usá-lo a seu favor e em seguida descartá-lo, ou enfrentá-lo, e as armas são as mesmas de sempre desde Maquiavel: A mentira.

Preparem-se para a censura na internet como um todo, o Facebook é só o primeiro passo, um balão de ensaio com testes de laboratório, uma ocupação como ocorreu na mídia nos últimos 40 anos, e nos colégios brasileiros neste 2016 mas agora em caráter virtual, o que vem a seguir é muito pior; os próximos passos serão, segundo o próprio site Poynter.org, as outras redes sociais (leia-se Twitter, Youtube, e demais); é inacreditável, mas as obras 1984 e Admirável Mundo Novo de George Orwell, vão ganhando aos poucos, tons de realidade.

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