(Publicado originalmente no site A Reunião – 26/06/2017)

A militância midiática esquerdista nos EUA acusou os direitistas conservadores durante toda a semana passada pelo assassinato de uma muçulmana no estado da Virgínia, sob os rótulos de radicalismo religioso, crime de ódio, e derivados que todos já conhecemos.

Apurado o caso, nenhuma surpresa: Tratava-se de um imigrante ilegal.

Segundo o NBC Washington, o jovem Darwin Martinez Torres, de 22 anos de El Salvador, imigrante ilegal, assassinou a jovem muçulmana Nabra Hassanen, de 17 anos, em uma briga de trânsito.

Torres seguiu a jovem que saiu de um Mc Donald’s com amigos e foi até o Centro da Sociedade Muçulmana (ADAMS – All Dulles Area Muslim Society), quando percebido atacou o grupo que conseguiu fugir do agressor, mas deixou Hassanen para trás, esta foi assassinada a golpes de bastão de beisebol, e em seguida arrastada até uma lagoa próxima.

O assassino e imigrante ilegal foi encaminhado para o Agente Imigratório e Alfandegário (ICE – Immigration and Customs Enforcement), pelo qual ainda não tinha nenhuma passagem ou queixa.

A polícia do condado de Fairfax emitiu um comunicado que inclui o seguinte teor:

“Este trágico caso parece ser o resultado de um incidente de raiva na estrada envolvendo o suspeito, que estava dirigindo e quem agora é acusado de assassinato e um grupo de adolescentes que estavam andando e andando de bicicleta dentro e ao longo de uma estrada.

Nossa investigação neste ponto de nenhuma maneira indica que a vítima foi alvo por causa de sua raça ou religião.”

A verdade do caso é que a esquerda defensora dos imigrantes ilegais está com as mãos sujas de sangue (não só deste caso), mas com toda a carreira suja pela campanha caluniadora e difamatória contra a direita e em especial contra os cristãos.

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