Quando Trump assumiu a presidência dos EUA, baixou uma ordem executiva, equivalente a um decreto presidencial brasileiro, banindo a entrada no país de pessoas oriundas de países onde o terrorismo islâmico é mais ativo, entre eles 7 são destaque: Irã, Iraque, Síria, Iêmen, Líbia, Somália, e Sudão.

Este banimento possui uma única exceção que é chamada “relação de boa fé“, termo que designa relacionamentos familiares de primeira ordem, como cônjuges, filhos, pais, mães, e irmãos, ou comprovado vínculo empregatício, ou comprovado vínculo estudantil, ou “waver” que significa a remoção do banimento individual com base no mérito pessoal.

Toda ordem executiva após um certo tempo é revista pela Suprema Corte, esta semana foi a vez desta ordem presidencial em questão.

A Suprema Corte decidiu manter a ordem de Trump, e embora tenha reduzido o número de países listados, manteve a maioria.

Permanecem banidos: Síria, Líbia, Irã, Iêmen, Somália e Sudão.

Abdullah bin Zayed al-Nahyan, Ministro de Relações Exteriores dos Emirados Árabes Unidos, defendeu a decisão de Trump, afirmando que ela não atinge a maioria do povo islâmico, que são 54 países, sendo 52 reconhecidos pela ONU, e destes apenas 6 foram banidos. Com tal base numérica, Abdullah sustenta seu argumento de que a decisão não é “islamofóbica“, pois não tem base religiosa, e sim uma defesa legítima da soberania do país.

Os países do Golfo Árabe (Arábia Saudita, Kuwait, Qatar, Bahrain, e Emirádos Árabes Unidos), são geralmente aliados dos EUA nunca foram banidos, são aliados de longa data.


Fontes: ChristianPost, AlJazeera, FoxNews

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