Em “Por alguns dólares a mais”, segundo filme da Trilogia dos dólares, o diretor e roteirista Sergio Leone iniciou com o seguinte raciocínio: “Onde a vida não tem valor, a morte às vezes tem seu preço. É por isso que os caçadores de recompensa apareceram“.

Leone não era nenhum fenômeno intelectual estudioso do assunto, mas soube demonstrar em sua arte, o cinema, como uma sociedade que na época retratada pelo filme, que era praticamente terra sem lei, o velho oeste, Texas, na fronteira entre EUA e México, encontrou uma solução de mercado para o crime, e sobreviveram, foi assim que a sociedade se equilibrou: contratando gente para combater o crime, como prestadores de serviço, os caçadores de recompensas.

O filme de Leone não retratou uma sociedade caótica como a esquerda prega, mas uma sociedade perfeitamente equilibrada, com um ou outro criminoso, mas com uma população preparada para se defender, e em casos extremos, com medidas adequadas.

O personagem protagonista, Pistoleiro sem nome, encarnado por Clint Eastwood, fazia esse serviço, e não estava atrás exclusivamente do dinheiro, ele tinha muito antes um código moral rígido, tinha hombridade.

O que é mais importante é que este trabalho de Leone, não é apenas uma realização artística, é um registro histórico, e portanto serve também como dado sociológico, goste a esquerda ou não.

Eastwood não era homem de verdade apenas atrás das câmeras, ele também é defensor da Segunda Emenda, da Associação Nacional de Rifles (NRA), e membro de outras organizações pró-armas.

O Estatuto do Desarmamento entrou vigor em dezembro de 2003, e o número de homicídios era 36.100, em 2016, este número ultrapassou 60.000.

Toda vez que o estado resolve que vai solucionar alguma coisa e vai fundo demais, a tal coisa foge do controle e causa prejuízos irreparáveis. No caso do Estatuto do Desarmamento são as vidas de nossos irmãos patrícios, que não voltarão para dizer que caso tivessem uma segunda chance, gostariam de poder se defender.

O historiador da Universidade de Dayton, Larry Schweikart, afirma que entre 1859 e 1900, durante 61 anos, menos de uma dúzia de assaltos a banco aconteceram em todo oeste americano.

Você quer que aqui vire o velho oeste? Quero. O Estatuto do Desarmamento foi criado em 2003, e me desculpe, mas mais de 60.000 homicídios por ano não é aceitável, eu prefiro sim o velho oeste. Segundo a matemática, 12 assaltos em 60 anos, é melhor que 60.000 homicídios em um ano.

“Eu tenho uma política de controle muito rigorosa de armas: se há uma arma por perto, eu quero estar no controle dela.” – Clint Eastwood

Anúncios